On Diane Arbus, Part II

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PT/   Sobre Diane Arbus, Parte II

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Untitled 11 (1969/1971) / Sem Título 11


Untitled 11
is an image from another series taken in an American mental asylum, which opposes the idea of “intention and effect”. In this case having Down Syndrome keeps them away and preserved from additional masks people put on themselves, being naturally very spontaneous and truthful. This photograph different form the other two, is not as formal and cropped into detail, which makes clear sense of a carefully thought choice of composition, to demonstrate this moment of interactivity and involvement between subject and photographer.

PT/ Untitled 11 é uma imagem de uma outra série feita em um asilo para doentes mentais americano, que se opõe à ideia de “intenção e efeito”. Neste caso ter Síndrome de Down os mantém longe e preservados de pessoas adicionais máscaras colocadas sobre si mesmos, sendo, naturalmente, muito espontâneas e verdadeiras. Esta fotografia diferente das outras duas, não é tão formal e cortada no detalhe, o que torna clara a escolha cuidadosamente pensada na composição, para demonstrar esse momento de interactividade e envolvimento entre sujeito e fotógrafo.

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A Jewish Giant at Home with his Parents in the Bronx, N.Y.C. (1970) / Um Gigante Judeu em Casa com seus Pais em Bronx, Nova Iorque.

This involvement with the subject, aggravated by their conditions at some of the times, preoccupied Diane Arbus as she wrote on the monograph: “I am extremely likeable with them. I think I am kind of two-faced”, using the camera as a license to get access to people’s homes and confidence, she was aware she was photographing a complex type of subject. This image captures a moment that could mean a lot to the subject, as he is at home which may be where he spends most of his time and with his family, in which could be very delicate as well, for the difficulties of a non-adapted house for everyday tasks for instance.

PT/  Este envolvimento com o sujeito, agravado pelas condições em algumas das vezes, preocupava Diane Arbus como ela escreveu na monografia: “Sou extremamente simpática com eles. Eu acho que eu sou tipo duas-caras”, usando a câmera como um licença para ter acesso às casas e confiança das pessoas, ela estava consciente de que estava fotografando um tipo complexo de assunto. Esta imagem captura um momento que pode significar muito para a pessoa, como ele está em casa, que pode ser onde ele passa a maior parte do seu tempo e com a sua família, no que poderia ser muito delicado também, bem como lidar com as dificuldades de uma casa não adaptada para as tarefas diárias, por exemplo.

In a way she was using people and exposing what at times were drama, trauma and tragic truth in their personal life. But at the end, “They’ve passed their test in life. They are aristocrats”, like a form of compensation and gratitude of their images and certainly part of their stories being exposed this way; Diane Arbus respected and admired them. This body of work is not so much about technique especially in terms of composition and cropping, Diane Arbus adequate each shot differently depending on the environment and subject, which becomes more important than the image itself. What she maintains is the use of flash, even in daylight which gives the image an extra contrast and makes them look theatrical, and in the context she is photographing is a valid choice to emphasize all the meaning of being nominated a “freak” making stand out even more, attracting the public’s attention. The work is strong for it’s context, the use of imagery to enforce people to face the “other” and their differences, is very clever as human being, we want to see certain bizarreness, flaw to vary from ordinariness. Using this Diane Arbus explored this controversial view and people’s critiques about the freaks making us question about our concepts, going through a vast collection of freaks in which Diane Arbus had to hunt for, to create this body of work.

PT/   De certa forma, ela estava usando pessoas e expondo o que às vezes eram drama, trauma e trágica verdade na vida pessoal dessas pessoas. Mas, no final, “Eles passaram o seu teste na vida. Eles são aristocratas.”, como uma forma de compensação e gratidão de suas imagens e, certamente, parte de suas histórias serem expostas dessa maneira; Diane Arbus respeita e os admira. Este projeto não é tanto sobre a técnica especialmente em termos de composição e de corte, Diane Arbus adequada cada disparo de maneira diferente dependendo do ambiente e sujeito, que se torna mais importante do que a própria imagem. O que ela mantém é o uso de flash, mesmo durante o dia que dá a imagem um contraste extra e os faz parecer teatral, e no contexto que ela está fotografando é uma opção válida para enfatizar todo o significado de ser nomeado uma “aberração” destacando ainda mais, atraindo a atenção do público. O trabalho é forte para seu contexto, o uso de imagens para encorajar as pessoas a enfrentar o “outro” e suas diferenças, é muito inteligente como ser humano, nós queremos ver certa bizarrice, e defeitos para variar a normalidade. Usando isso Arbus Diane explorou essa visão controversa e críticas das pessoas sobre as “aberrações” questionando sobre os nossos conceitos, passando por uma vasta coleção de aberrações em que Diane Arbus teve que buscar, para criar neste projeto fotográfico.

Web Bibliography:

Arbus D. (1972) An Aperture Monograph. Millerton, New York: Aperture, pp. 1-7

Armstrong C. (1993). “Biology, Destiny, Photography: Difference According to Diane Arbus”, October Journal, Vol. 66, (Autumn), pp. 28-54.

Goldman J. (1974). “Diane Arbus: The Gap between Intention and Effect”, Art Journal, Vol. 34, No. 1 (Autumn), pp. 30-35.

Woolf J. (2013) Photography of Diane Arbus, [Online], Available: http://www.theinklingmag.com/ink-other-animals/the-photography-of-diane-arbus/
[20 Oct 2013]

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